A

RQUITETURA


DETALHES


O pavimento superior, acima do hall, que dava acesso anteriormente aos quartos do palacete, é cercado também por grades do mesmo “décor” das que ladeiam a escadaria. Duas colunas coríntias, com capitel composto, suportam uma espécie de segundo hall para a entrada das dependências da frente do palacete.

Em todos os espaços do segundo andar, bem como do primeiro se repetem enquadramentos com delicadas molduras, verdadeiras reservas para colocação de obras de arte.

As ferragens, os cremônios, as dobradiças, as maçanetas todas são de catálogos franceses. Além dos vitrais, também os mosaicos vieram de Paris, importados pela H. Picot, que tinha representação no Rio de Janeiro, na Rua General Câmara. Os parquets, de diferentes desenhos para cada cômodo do palacete, foram comprados na Suíça e fixados por especialistas suiços.

Os demais elementos de decoração, como os baixos relevos, rosáceas dos tetos, sancas, molduras das paredes, lustres etc. foram importados da Europa pela Companhia Bettenfeld.

É importante assinalar ainda o processo construtivo do palacete, que, por indicação do arquiteto que acompanhou a obra, Luiz de Moraes Jr., incluiu técnicas avançadas na época, chegando à importação de materiais e de elementos do sistema tipo “Floretyle Construction”, pela American Trading Company of Brazil, empresa americana com filial no Brasil. Só como exemplo, as lajes foram construídas em cimento armado e vigas de aço, materiais que só então começavam a ser usados no Brasil.



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